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Milho: alta do dólar sustenta preços e cenário de queda é travado

20/05/2019

O mercado brasileiro de milho teve uma semana de melhora nas referências de preço, interrompendo o ciclo de baixas. O setor estava pressionado por conta da boa oferta e expectativa com a chegada da segunda safra 2018/2019 do grão. Além disso a alta do dólar e o avanço também visto na Bolsa de Chicago para o milho, garantiram sustentação e levaram ao aumento das cotações.

Este cenário também, pouco a pouco, afeta o mercado disponível, com produtores dosando a oferta e com os preços reagindo. E tudo isso acaba sendo limitado pela chegada da safrinha adiante, que traz um viés de baixa para as cotações.

No balanço da semana, a cotação em Campinas/CIF subiu de R$ 33,50 para R$ 36,00 a saca de 60 quilos na base de venda. Já na Mogiana Paulista, o preço avançou de R$ 31,50 para R$ 32,50. Em Cascavel, no Paraná, o preço avançou no comparativo semanal de R$ 30,00 para R$ 31,00 a saca na venda. Já no Rio Grande do Sul, o preço se manteve em R$ 34,00 a saca.

Exportações
As exportações de milho do Brasil apresentaram receita de US$ 44,7 milhões em maio, até o dia 12, com média diária de US$ 6,4 milhões. A quantidade total de milho exportada pelo país ficou em 253,2 mil toneladas, com média de 36,2 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 176,40.

Na comparação com a média diária de abril, houve uma elevação de 69,1% no valor médio exportado, uma alta de 78,3% na quantidade média diária e perda de 5,2% no preço médio. Na comparação com maio de 2018, houve ganho de 1.31% no valor médio diário exportado, elevação de 1.2% na quantidade média diária de volume e valorização de 6,3% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência Safras
Créditos da Imagem: Pixabay

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